HISTÓRIA REAL
Olá pessoal, tem um conto bem gostoso para compartilhar com vocês, eu agradeço a cada comentário a cada mensagem que eu estou recebendo, percebi que tem novos leitores dos contos da minha cidade aqui em Boa Vista Roraima, acredito que uns já deve me conhecer de algum aplicativo mas saibam que o sigilo de inscrição depende de vocês e de mim.
Vamos ao ponto pessoal espero que vocês gostem bastante.
Era feriado do Dia do Trabalhador, e eu resolvi aproveitar uns dias em Manaus. A viagem foi ótima, daquelas que fazem a gente esquecer a correria da vida. Sempre tive um certo fascínio por viagens longas de ônibus e aquela ideia de conhecer alguém interessante no caminho, trocar olhares, conversar madrugada adentro… algo que simplesmente acontecesse.
Na volta, no domingo à noite, sentei no banco no meio do ônibus e, por coincidência ou sorte, havia um rapaz ao meu lado. Ele era moreno, baixinho, simpático, com aquele jeito educado e tranquilo que faz a conversa fluir naturalmente. Passamos boa parte da viagem falando sobre o feriado, sobre trabalho, rotina e viagens. E eu até brinquei dizendo que me mexia muito quando tentava dormir e que talvez acabasse esbarrando nele sem querer. Ele apenas sorriu e respondeu: “Relaxa, tá tudo bem.”
A madrugada foi chegando, silenciosa, enquanto o ônibus seguia pela estrada cheia de curvas e buracos. Entre um balanço e outro, nossos braços e pernas acabavam se tocando sem querer. Aos poucos, aquele clima estranho de desconhecidos começou a desaparecer, dando espaço para uma tensão diferente uma malícia silenciosa, discreta, quase impossível de explicar.
Eu estava desconfortável tentando dormir naquele banco apertado. Tenho 1,70m, então minhas pernas nunca encontram posição em ônibus. Quando virei de lado para tentar relaxar, percebi que ele também estava acordado. O corredor escuro, o barulho baixo do motor e a pouca luz criavam uma atmosfera quase cinematográfica.
Nossos cotovelos se encostaram primeiro. Depois as mãos. Nenhum dos dois dizia nada, mas parecia que existia uma conversa inteira acontecendo naquele silêncio. A proximidade aumentava aos poucos, natural, sem pressa.
E ele estava coberto por um lençol escuro lembro que quando vi ele embarcar no ônibus na hora do lanche que parar no meio das entre as duas cidades que ele era moreno claro tinha 1 m e 65 tinha uma barraquinha barriguinha de chopp seus 36 anos muito educado, lembro que ele estava de calça jeans camisa preta tênis. Com balançado ônibus os nossos braços nossos ombros se tocavam e teve um momento que eu ouvi parece o barulho do zip abrir da dos botões desabotoarem e adrenalina estava 1000 ali e a gente se tocando ali o balançado do ônibus e eu deixo a minha mão livre que às vezes bati em cima da coxa dele acredito que isso foi que foi o sinal pra ele saber que eu estava afim de uma brincadeirinha Caliente, eu só sinto o lençol abrir e ele jogar um pouco pra cima de mim ele pega a minha mão e coloca em cima do pau dele já duro era um cacete de 16 cm grosso peludo deu pra sentir que estava limpo e eu fico ali batendo pra ele um pouco quando ele me puxa pra debaixo do cobertor empurra para o pau dele, eu já vou abrindo na boca e caindo de boca e fico ali chupando ele por torno de 10 minutos sem fazer barulho percebo que ele põe a cabeça para o lado de fora do cobertor e fica observando o movimento e quando eu sinto o pau dele começar a ficar mais duro pulsar e eu sinto só jato de porra quente preenchendo a minha garganta e eu como uma boa boqueteira engole tudo não derramo nada e se eu saio debaixo do cobertor e me viro do meu lado da janela e tento dormir .
O restante da viagem seguiu naquela mistura de tensão, curiosidade e adrenalina. E talvez o mais curioso de tudo tenha sido isso: depois daquele momento inesperado na estrada, praticamente não trocamos mais palavras.
Quando amanheceu e chegamos à rodoviária, apenas nos despedimos com um simples “até mais”. Cada um seguiu seu caminho. Nunca mais o vi.
Mas algumas viagens deixam lembranças diferentes. Não pelos lugares… e sim pelas histórias que acontecem no caminho.
Vou deixar uns nudes pra que vocês possam ver se ao me encontrar pela estrada da vida se me mamariam porra pegação esse novo modelo de escrita eu estou adaptando IA e tesao.