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Ruiva misteriosa

Sobre o Conto Erótico

Ruiva misteriosa

LIDO
14
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8 min

É bem raro conseguir sonhar com cenas realmente eroticas, tipo ter três ex colegas peladinhas com você na cama, uma te chupando, outra lambendo seus pés e a terceira te oferendo os peitos para chupar. Mas temos que acordar, escuto o despertador, uma sirene alta, eu bato no celular para calar o som maldito. Me levanto da cama e penso que seria só mais um dia de trabalho, mas também seria meu primeiro dia na faculdade.
Fui me arrumar, trabalho das 7h até as 18h, trabalho com assistente em uma empresa de contabilidade, meu pai que arranjou este emprego para mim, com ele consigo enfim pagar uma faculdade.
Não é o emprego dos sonhos, mas é melhor quevtinha antes, como caixa de supermercado, ganho melhor e ainda tenho duas chefes bem gostosas, na casa dos 30 anos…
Aliás, enquanto vou para o trabalho de bicicleta… olá, não me apresentei, me chamo Maximillien III de Alcantara… o que, não acredita?… Tá bom, meu nome é Paulo, tenho 24 anos, branco, 1,80m, peso 75kg ou 76kg, tenho cabelo curto preto e não depilo as pernas, essa última é muito importante, grave bem.
Cheguei no trabalho no horário, o que não é muito difícil, moro em uma cidade pequena, tudo é muito próximo, já morei em cidade grande que demora 3 horas para chegar no destino. A Contabilidade é uma empresa pequena, mas uma das únicas da cidade, então tinha bastante clientes.
Vou para minha mesa e começo a arrumar a papelada, sou basicamente o “arrumador” de documentos, físicos e digitais, depois de meia hora no serviço, chegou uma de minhas chefes, Sara, uma mulher loira, alta, linda, peitos médios, só tinha uma bunda meio pequena, ela estava usando um jeans e camisa social roxa, ela se aproxima de mim e diz:
– Bom dia, onde está a Marta?
Marta, minha colega de serviço, tem 19 anos, cabelo pintado de azul, bem curto, peitos e bunda pequena e bem irritadinha.
– Não vi ela hj ainda.
– Obrigada Paulo, bom trabalho.
Ela sai com a cara revirada e eu volto ao trabalho. Passo o dia trabalhando sem surpresas, quando falta meia hora para sair, Sara aparece sorrindo e diz:
– Já pode sair querido, sei que hj é seu primeiro dia na faculdade, qual o curso mesmo?
– ADM, obrigado, então já vou indo.
– Boa sorte
Eu saio da empresa feliz de sair mais cedo, pego minha bike e vou para o centro da cidade, já estava escurecendo quando chego nos portões.
No portão tem uma segurança de pele preta, cabelo crespo preso, parecia estar em forma, tem uma cintura larga e usa um terno preto, tinha vários alunos entrando pelo portão. Depois do portão, tem um corredor branco, com salas do lado direito e a secretaria e gestão do lado esquerdo, os alunos já vão entrando nas suas salas de aula, tinha algumas no primeiro andar e tinha escadas no fundo para mais salas. Vejo no meu celular o número da minha sala e vou direto para ela.
Entro na sala e sento perto da janela, tem outros alunos entrando na sala, dou uma olhada em volta na sala e reparo uma aluna no fundão olhando para mim, uma ruiva bem bonita, cabelo longo, pele bem branca, usa uma camiseta de uma banda de rock, uma jaqueta vermelha e uma saia vermelha um pouco acima dos joelhos. Ela me encarava, seu olhar era profundo, não piscava, fiquei um tempo olhando de volta, não sei quando tempo passou, só sei que ouvi meu nome.
– Paulo
Eu olhei para o lado e vejo Julia, uma colega de colégio, não a via a uns 4 anos. Eu digo:
– Julia, quanto tempo, como você esta?
Julia é uma morena, de cabelo longo solto, peitos e bunda medianos, lábios finos e usa um jeans claro e uma camiseta vermelha.
– Estou bem, faz tempo, você está mais forte em.
Ela abre um sorriso e eu respondo:
– Estou fazendo um pouco de academia, e você está linda, está em forma.
– Tô nada, como bolo todo dia, estou engordando. – Ela ajeita o cabelo e senta na minha frente – Então vamos fazer faculdade juntos.
Eu, controlando o riso, digo:
– Vamos sim, sabe que são 4 anos?
– Sei, vai ser tranquilo para você, você além de bonito é inteligente, vai passar de boa.
– Você também…
Ela me interrompe e diz:
– Vou nada, você vai me carregar esta faculdade inteira, mas relaxa, eu pago bem.
Ela sorri e se vira para frente, eu abro um meio sorriso e lembro da Ruiva lá trás. Volto minha atenção para o funda da sala e vejo a Ruiva ainda me olhando, mas agora ela estava chupando um pirulito rosa, me olhava atentamente, eu aceno para ela, mas ela não reage. Minha atenção volta para frente da sala quando o professor chega se apresentando.
As três primeiras aulas foram tranquilas, fiz algumas anotações do que os professores pediram e informaram, reparei que ajulia fazia o mesmo apesar de estar sempre distraída com o celular e as vezes olhava para trás e a Ruiva estava lá apenas olhando para os professores, sem fazer mais nada. Quando termina a terceira aula vamos para o intervalo, Julia foi para a cantina pedir um pedaço de pizza, eu pedi uma coxinha e enquanto aguardava reparei do meu lado a Ruiva.
Eu me viro para ela.
– Olá, tudo bem?
Ela me olha atentamente e depois estende os braços me oferecendo um abraço. Eu meio sem jeito aceito o abraço e pergunto:
– Já nos conhecemos? Qual o seu nome?
Eu escuto ela respirar fundo e diz:
– Me segue
Eu a solto e ela sai da cantina, eu olho para Julia pegando sua pizza e depois saio da cantina indo atrás dela. Ela segue o corredor das salas até o final é depois da escada tem uma porta, uma saída de emergência. Ela passa pela porta, eu a sigo e pergunto tentando alcançá-la:
– Qual o seu nome?
Depois da porta de emergência da para fora do prédio, tem um caminho asfaltado entre dois jardins que leva pars a rua, mas antes de chegar na rua, tem uma bifurcação no caminho, que leva a uma quadra pequena abandonada. Eu vejo ela indi na direção da quadra, eu a sigo e reparo ela encostar as costas nas grades da quadra e olha para mim. Eu a alcanço e pergunto:
– E aí, por que estamos aqui?
Ela não diz nada, apenas avança com suas mãos até minha cintura e abro o botão da minha calça jeans. Eu instintivamente me afasto e pergunto:
– O que está fazendo?
Ela responde de forma doce e calma:
– Provando…
Ela avança de novo e abre o ziper da calça, desta vez não recuo, ela coloca a mão por dentro da minha calça e sinto ela apertar meu pau, estava começando a pulsar. Eu pergunto com dificuldade:
– O que… está fazendo?
Elz responde de forma calma, como se fosse natural para ela:
– Sentindo…
Com a outra mão ela puxa minha cueca e coloca sua mão dentro dela, sinto sua mão abraçar meu pau. Eu respiro fundo, ele estava duro e sua mão um pouco fria, mas logo esquenta, ela diz:
– Delícia…
Ela me olha fixamente nos olhos enquanto seu corpo desce, ela toca os joelhos no chão frio e sujo, sua cabeça está na altura da minha cintura, ela desce minha calça e cueca expondo meu pau na direção de sua boca. Ainda me olhando ela avança com a boca e beija a cabeça do meu pau. Sinto um arrepio quando ela o fez, sua mãos vão para suas costas e ela começa a lamber. Lambidas longas por toda a extensão do membro, sinto sua língua tocar em meu saco e depois puxa para cima, lambendo até a cabeça. Eu fico completamente sem reação, estava sentindo um misto de medo e alegria.
Depois de lamber ela olha fixamente para meu pau e depois avança com a boca aberta, cobrindo a ponta com seus lábios. Sinto outro arrepio quando ela começa a chupar delicadamente e bem devagar, em um vai e vem que parecia que sua boca estava dançado com meu pau. Não sinto seus dentes, apenas sua língua massagear o membro. Ela engole o pau inteiro e fica uns 10 segundos com ele até o fundo sa sua garganta, ela volta, respira fundo e volta a chupar.
Eu enfim tenho minha reação, pego com cuidado seus cabelos ruivos e passo a controlar os movimentos da sua cabeça, ela olha para cima, bem para meus olhos, seu olhar era de desejo. Ela manteve a posição em enquanto eu fodia sua boca, suas mãos estavam nas costas e sua cabeça estava solta para eu movimentar. Eu sinto um prazer extremo, aumentei o ritmo, comecei a meter mais fundo na sua garganta e ela aceitava.
Sinto que estou próximo do orgasmo, sem que eu fale nada, ela puxou sua cabeça para trás, tirando o meu pau da sua boca e avançou com suas mãos e começaram a me punhetar até eu gozar. Os primeiros jatos foi em seu rosto, acertando sua testa, nariz e bochecha, os seguintes, mais fracos, foi em sua roupa. Eu tenho meu êxtase e fico um pouco fora do ar por alguns poucos segundos, quando me recupero eu pergunto:
– Isso foi intenso…
Ela olhava para mim com meu gozo escorrendo do rosto, em seguida ela passou o dedo no gozo e lamber de forma bem sexual, saboreando a porra. Ela limpa seu rosto bebendo todo o gozo, em seguida faz o mesmo com a roupa, mas ainda ficou um pouco manchado. Eu digo:
– Precisa de ajuda para se limpar?
Ela diz:
– Não…
Em seguida ela se levanta, vejo seu joelhos pretos de sujeira e ela parece não se importar. Ela diz:
– Vamos voltar, terminou o intervalo.

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*As imagens usadas nesse conto são merante ilustrativa.

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