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Desvirginando o cuzinho da empregada: O Selo da Obediência

Sobre o Conto Erótico

Desvirginando o cuzinho da empregada: O Selo da Obediência

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3 min

Desvirginando o cuzinho da empregada: O Selo da Obediência
O escritório estava abafado, o ar condicionado incapaz de conter o calor que emanava daquele encontro. Ela estava curvada sobre a mesa de mogno, a saia do uniforme erguida até a cintura, revelando a calcinha de algodão que ele arrancou com um puxão seco. Não havia mais espaço para o decoro. A autoridade dele agora se manifestava através da pica rígida, que latejava contra a própria calça antes de ser liberada.
— Você sabe o que eu quero, não sabe? — ele rosnou, a mão pesada espalmada nas costas dela, pressionando-a contra a madeira.

Ele não esperou por uma resposta falada; o tremor dela era o “sim” que ele precisava. O som do lubrificante sendo espalhado foi o prelúdio da invasão. Ele preparou o caminho com os dedos, sentindo o anel dela contraído e virgem, uma barreira de puro pudor que nunca fora desafiada. Com uma lentidão sádica, ele começou a forçar a entrada, sentindo a pele dela dilatar-se sob a pressão rítmica dos seus dedos, preparando o território para o que viria a seguir.

Quando ele se posicionou, o contraste era absoluto. Ele era a força bruta, o invasor; ela era o santuário que estava prestes a ser profanado. Ele encostou a cabeça da pica na entrada do cu dela e empurrou. A resistência foi imediata, um choque de realidade que fez ela soltar um ganido agudo, o corpo tentando escapar do que era inevitável. Mas ele a segurou pelo quadril, mantendo-a firme enquanto continuava a investida, polegada por polegada.

Ele sentia a carne dela “engolindo” o seu membro, o anel apertando-o com uma força desesperada enquanto se expandia para acomodar o volume. Era uma dor que se transformava em um êxtase sombrio. Ele a fodeu com uma cadência lenta e pesada, cada estocada levando-o mais fundo naquela intimidade proibida. O suor de ambos pingava sobre a mesa, misturando-se ao cheiro do lubrificante e do sexo cru. Ela arqueava as costas, os olhos revirados enquanto sentia o cu ser totalmente preenchido e dominado pela masculinidade dele.

— Isso… aceita tudo… — ele comandava, a voz ranhurada pelo clímax iminente.

A foda tornou-se mais rápida, o som do impacto dos corpos ecoando no escritório silencioso. Ele a usava com uma crueza técnica, explorando cada milímetro daquela nova sensação, transformando a “primeira vez” dela em um monumento à sua própria soberania. O clímax veio como uma explosão de autoridade; ele descarregou no fundo do cu dela com um rugido, o sêmen quente sendo selado pela contração final do anel, que agora lhe pertencia por completo.

Ele se afastou devagar, observando a marca da sua conquista: ela desabada, o corpo trêmulo e a alma marcada pela entrega. O selo da obediência fora colocado, e no silêncio que se seguiu, ambos sabiam que a relação de patrão e empregada nunca mais seria a mesma — agora havia um pacto de carne que nenhuma ordem poderia apagar.

FIM

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*As imagens usadas nesse conto são merante ilustrativa.

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