Voltei pra casa naquele dia, e foi impossível tirar o Juninho da cabeça. Eu sentia falta daquele pau, daquela energia, da forma como ele me comia. Eu sabia que tinha que dar pra ele de novo, mas dessa vez com conforto, sem aperto de carro. Nos dois dias seguintes eu não o vi no sinal, fiquei até preocupada e com saudade, mas logo depois eu o encontrei. Quando ele me viu, ele olhou com a cara mais lavada do mundo e disse: — Bom dia, meu amor... Sentiu saudades do seu novinho? Eu só respondi, tentando manter a pose: — Deixa de ser bobo, menino... Mas por dentro eu estava derretida, com a buceta já encharcada de tesão só de olhar pra ele. Eu só...




