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Fodi com meu professor pra ganhar nota na faculdade

Sobre o Conto Erótico

Fodi com meu professor pra ganhar nota na faculdade

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8 min

Lá estava eu, final do primeiro semestre, apesar de todo esforço à beira de reprovar em Bioquímica, eu que sempre fui uma ótima aluna não tinha nem coragem de contar para minha mãe que provavelmente não conseguiria mais passar.
Estava desesperada, até que num desabafo com minha veterana ela me disse algo que me deixou em choque, ela me contou que já ouviu histórias de que as garotas que pediam a ajuda do nosso professor Carlos, tipo uma aulinha particular, dependendo de como terminasse essa “aula”, seria fácil conseguir passar.

Por uma semana fiquei atormentada entre o medo de reprovar e pensando naquilo que ela havia me falado, até que no desespero final acabei decidindo arriscar tudo. Falei com Carlos se não conseguia me ajudar, ele bem irredutível me dizia que eu devia me esforçar mais, estudar e tal. Me fiz de desesperada, pedindo que ele me desse algumas aulas particulares de reforço, que eu faria de tudo para conseguir passar.

Naquele instante percebi o que minha amiga havia insinuado, Carlos me fitou de corpo inteiro, olhou minha cintura por alguns instantes parecendo subir e descer por toda a extensão das minhas coxas observando cada detalhe da legging que eu vestia, então me disse que iria tentar encontrar um horário no final da tarde do dia seguinte, me pedindo para que eu passasse novamente em sua sala para conversarmos.

Fiquei super ansiosa, mas fui lá no dia seguinte, eu imaginava que ele ia tomar a decisão final do que fazer, ele não era um homem bobo, devia pensar bem antes de tentar algo com uma de suas alunas. Mas me preparei para o tudo ou nada, coloquei uma minissaia para chamar sua atenção e uma blusinha colada combinando, chegando lá esperei por alguns instante e quando não vi mais ninguém no corredor entrei na sua sala.

Assim que me viu seu olhar me fitou por inteira, sentei na cadeira em frente a sua mesa e no mesmo instante percebi aquele homem totalmente inquieto, olhar descendo constantemente para minhas coxas, não sei se de relance havia notado minha calcinha, mas só pelo olhar parecia que ele queria me devorar.

Foi aí que escutei a desculpa mais esfarrapada daquele homem, dizendo que tinha esquecido parte seu material em casa e que teríamos de ir lá buscar para estudarmos, o safado ainda estava no personagem de bom professor. Aceitei sabendo bem suas intenções, então ele me pediu para espera-lo na praça atrás do estacionamento porque tinha que terminar de arrumar algumas coisas.

Eu sabia que aquilo era só desculpa para ninguém ver a gente saindo juntos, mas me deu um alívio, já que eu também não desejava ser vista. Esperei lá por alguns minutos até ele sair e entrei em seu carro. Assim que chegamos na sua casa por alguns minutos ele ainda falou de assuntos das aulas, mas chegou num ponto que não dava mais para disfarçar.

Comecei a ficar em posições mais ousadas no sofá e logo o tarado chegou mais perto e começou a acariciar meus braços, fui dando abertura, já vieram elogios, passadas de mão nas coxas, uma roçada mais forte no meu corpo e numa de suas puxadas sentei em seu colo sentindo sua mão segurar minha bunda, sua boca colou no meu pescoço e no mesmo instante senti seu pau pulsar debaixo de mim.

Era uma mistura de culpa e ansiedade por estar fazendo aquilo, sentia que estava me vendendo, porém essa sensação de estar fazendo algo muito errado foi despertando em mim uma excitação diferente. Enquanto a boca daquele safado sugava meu pescoço, suas mãos subiam e desciam por minhas costas, apertavam minhas coxas de todo jeito, naquele momento eu ainda não tinha coragem de olhar em seus olhos, fiquei lá parada apenas sentindo seus toques.

Até que Carlos me virou sobre o sofá e foi por cima de mim, não pude escapar daquela boca colando na minha, sua língua forçou a entrada nos meus lábios e numa mistura de euforia e ansiedade comecei a retribuiu seu beijo, esse foi o ponto de virada, aceitar aquele beijo molhado acendeu algo no meu corpo e comecei a me excitar de verdade com aquela situação errada.

Pior que seu beijo era bom, língua entrando e saindo da boca, os lábios esfregando pelo meu rosto, mordidas e chupadas logo após sugadas intensas no pescoço, me entreguei para a situação, quase sufocada debaixo daquele homem sentia seu corpo quente me cobrir por inteira.

Carlos começou a descer beijando minha barriga e foi levantando minha camiseta, num instante ele arrancou meu sutiã e segurou meus seios, com a língua começou a roçar meus mamilos dando chupadas e mordidas, não aguentei, arrepiei inteirinha me encolhendo debaixo dele, a cada sugada no mamilo eu não controlava o gemido, aquela foi a chave para ele me tomar como queria.

Ele apertou com força meus dois seios e me chamando de gostosa beijou minha boca com volúpia, me encolhi debaixo daquele homem e unhei suas costas, eu estava mais que pronta para aceitar meu destino. Começamos a nos beijar e numa mistura de excitação e abraços ele pegou algumas almofadas e me posicionou deitada de pernas abertas na sua frente, como um lobo faminto arrancou minha minissaia junto da calcinha.

La estava eu nua para aquele homem, ele se ajoelhou no canto do sofá próximo aos meus pés e começou a massagear minhas coxas subindo em direção ao meu ventre, passou beijando próxima a minha bocetinha e se deitou beijando minha barriga.

Eu tremia de excitação com sua boca em meu púbis passando para um lado e pro outro, ele mordia parte de dentro da minha coxa me causando arrepios até finalmente cobriu minha bocetinha com seus lábios, uma onda de calor subiu por meu ventre e gemi, suas chupadas descompassaram minha mente, perdi o controle e comecei a puxar seu cabelo me encolhendo e contorcendo.

Assim que ele penetrou um dedo na minha bocetinha lambuzada e continuou me chupando eu explodi num orgasmo, senti as contrações com espasmos em meu ventre e leves tremores desceram pelas minhas coxas, Carlos viu meu desespero e me chupou com ainda mais força não desgrudando a boca de mim.

Aos poucos fui me acalmando, ele subiu se deitando sobre meu corpo e sussurrou no meu ouvido que eu era a putinha dele, não tive nem resposta pois no mesmo instante senti aquele pau grosso pulsar sobre minhas coxas, desci a mão até ele roçando meu dedo na cabeça babada e então olhei em seus olhos num mix de vergonha, excitação e euforia.

Carlos me observava acariciar seu membro até que tomei coragem e fiquei de joelhos ao seu lado, observei o quanto aquele pau estava melado e comecei a punhetá-lo, o safado se curvou para trás no mesmo instante e voltou a sentar no sofá.

Comecei a lamber a cabeça sentindo em minha língua o sabor daquele melzinho transparente, seu pau era grosso e cheio de veias enormes, grandes o suficiente que eu podia até sentir em meus lábios as ondulações. Logo suas mãos desceram segurando os meus cabelos enquanto eu abocanhava seu membro.

Me excitei ainda mais fazendo aquilo, sentia minha bocetinha mais lambuzada do que antes, foi aí que ele segurou minha cabeça e me fez olhar em seus olhos com o seu pau na minha boca, aquele foi o auge na mistura entre timidez, excitação, sensação de ser usada.

Carlos segurou com força meus cabelos e me jogou de quatro no sofá, num instante roçou o pau na minha bocetinha e começou a forçar pra dentro, senti me abrindo e deslizando de uma forma deliciosa, após se alojar em mim recebi um forte tapa na bunda seguido de pequenos movimentos de vai e vem.

Amoleci gemendo e cai com a cara na almofada enquanto ele se curvava ainda mais sobre meu corpo, aquele vai e vem foi acelerando cada vez mais até suas bolas estalarem na minha bocetinha, comecei a gemer ao ponto de não me controlar gritando alto a cada estalada que recebia. La se veio mais um orgasmo sem ele dar trégua nas socadas e tapas na minha bunda.

De súbito ele me virou de frente para ele e foi por cima de mim num papai e mamãe, afundou de uma vez me beijando enquanto socava, cada empurrada eu me encolhia sendo sufocada naquele beijo, ele foi acelerando cada vez mais até travar inteiro dentro de mim, senti as pulsações daquele pau explodindo em gozo e Carlos pingando suor sobre meu corpo.

Ele ficou parado sobre mim me beijando por um bom tempo enquanto se acalmava, eu não acreditava em tudo que tinha acontecido, mas não foi o fim do mundo, afinal de contas, passei com uma ótima nota e se eu pegar outra disciplina com ele sei bem o que fazer para passar novamente.

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*As imagens usadas nesse conto são merante ilustrativa.

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