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Taradinho me deu leitinho no ônibus

Sobre o Conto Erótico

Taradinho me deu leitinho no ônibus

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4 min

Sete de setembro de 2021. Feriadão, caralho. Resolvi meter o pé pra casa dos meus pais — na verdade tava entediado pra caralho e queria fugir do apartamento. Fui na rodoviária, comprei a passagem. O busão leito tava quase vazio, então fui lá pra trás, último assento do lado direito. Longe dos olhos, longe de conversa.
Viagem de três horas, três paradas. Dormi a maior parte. Quando acordei já tinha passado duas horas e meia, o busão tinha parado nas três cidades e tava quase no fim. Quando olhei pra trás, tava vazio pra caralho. Só eu e um moleque na fileira de trás, do outro lado do corredor. Deve ter entrado em alguma parada enquanto eu tava apagado.

Tirei o fone pra economizar bateria desse iPhone filho da puta. Foi aí que escutei.

Ptu.

Cuspe. E depois aquele barulho úmido de punheta. Fap, fap, fap, bem devagar, tentando ser discreto. Mas num busão vazio, mano, tudo ecoa. Dava pra ouvir a mão dele escorregando no pau babado.

Meu pau ficou duro na hora. Sério, instantâneo. Comecei a passar a mão na minha virilha por cima da calça, imaginando a cena. O tesão de chupar um desconhecido no meio dessa viagem tava me deixando maluco.

Virei devagar, fingindo que tava olhando pela janela. Ele tava de bermuda, pau pra fora, mão trabalhando devagar. Quando me viu, deu um pulo, tentou esconder.

Olhei bem nos olhos dele e soltei, baixinho:

— Quer uma ajuda com essa porra aí?

Ele travou. Olhou pra frente do busão, depois pra mim:

— Cla… claro, mano.

O moleque era novinho, uns 19, 20 anos. Loirinho, gordinho gostoso, cara de quem ainda tá no colégio. Quando ele abaixou a bermuda, eu quase engasguei. O pau era grosso pra caralho, cabeção rosa, uns 17cm, veiudo. Rola de respeito.

Não perdi tempo. Me ajoelhei no chão do corredor, entre os dois assentos. Chupei aquele pau com vontade, mas tentando não fazer barulho. Gluck, gluck, bem devagar, lambendo a cabeça, engolindo a raiz. Ele tava em êxtase, mordendo o lábio pra não gemer, olhando pra frente o tempo todo com medo de alguém olhar pra trás.

— Vou gozar… porra, vou gozar — ele avisou, ofegante.

Engoli tudo. Toda a porra quente dele escorrendo goela abaixo. Tava salgada, grossa, deliciosa.

Já tava me levantando quando ele me segurou pelo braço, ainda ofegante:

— Espera… quero meter nesse seu cuzinho. Dá tempo?

Olhei pra frente. O motorista tava concentrado, ninguém olhava pra trás. O risco era grande, mas meu cu tava pulsando de tesão.

— Rápido, então — falei.

Ele sentou no assento dele, pau meia-bomba ainda melado da minha boca. Eu tirei a calça só até os joelhos, virei de costas e sentei no colo dele de frente pro banco da frente. Ele segurou minha cintura e eu senti a cabeça da rola dele entrando no meu cu, molhada da minha baba e do gozo dele.

Fechei as cortininhas do meu assento e do dele. Fiquei rebolando bem devagarzinho, bem controlado, só movendo a bunda pra frente e pra trás, sem levantar. Ele metia de baixo, curtinho, sem tirar o pau de dentro. Dava pra sentir ele crescendo de novo no meu cu.

— Porra, seu cu é apertado — ele gemia baixinho no meu ouvido.

Ficamos assim uns cinco minutos, ele me comendo devagar, eu rebolando no pau grosso dele. O barulho das marchas do busão ajudava a disfarçar.

— Vou gozar de novo… caralho — ele falou, apertando minha cintura.

— Goza dentro, porra. Enche esse cu de porra — eu falei, bem baixo.

Ele segurou firme e deu umas quatro estocadas mais fundas, abafadas, e senti ele jorrando dentro de mim. Porra quente enchendo meu cu, escorrendo pra fora já melando o banco dele.

Levantei rápido, peidei a porra dele no chão do corredor mesmo — ploc — limpei o cu com a cueca e joguei ela no lixo do banheiro. Subi a calça, ele já tinha guardado o pau e tava de bermuda de novo, suado, ofegante.

Quando me dei conta, o busão tava entrando na minha cidade. Peguei minha mochila e desci. Nem olhei pra trás.

Não peguei nome, número, nada. Nunca mais vou ver aquele gordinho gostoso. Mas toda vez que bato punheta lembro daquele pau grosso me enchendo de porra no fundo do busão.

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*As imagens usadas nesse conto são merante ilustrativa.

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