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Acabei vendo minha filha trepar!

Sobre o Conto Erótico

Acabei vendo minha filha trepar!

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6 min

u me chamo José, 65 anos, casado com a Maria tem mais de 40. Seis filhas, porra, seis bucetinhas crescendo em casa e um monte de mulherada que eu já comi por aí. Controlar tanta buceta molhada na vida não é fácil não, meu irmão. Mas aquela noite… aquela noite mudou tudo.
Saí do trabalho, tomei umas cervejas geladas pra relaxar a mente. Liguei pra velha e avisei:
– Maria, vou demorar um pouquinho hoje, tá? Chego mais tarde.
Desci pra casa lá pelas 10:45, entrei devagar, sem fazer barulho. A casa tava escura, só o luar entrando pela área de serviço. Aí ouvi passos atrás de mim. Era a Sandra, minha filha caçula de 24 anos. Morena jambo linda pra caralho, 1,68m, 52kg, corpo sequinho, seios pequenos mas arrebitados, bundinha média que balançava gostoso quando ela andava. Cabelos longos encaracolados caindo nos ombros. Vestia uma mini saia jeans que mal cobria as coxas grossas e uma blusinha coladinha marcando os biquinhos duros dos peitinhos.
Junto com ela vinha um cara da rua de cima, um vagabundinho de short folgado. Eles entraram bem devagarinho, rindo baixinho, achando que a casa tava vazia. Eu me escondi rápido nas dependências da área, entre uns utensílios velhos e caixas. Do meu cantinho eu via tudo pelo reflexo do luar na parede branca. Eles não me viam porra nenhuma.
O cara grudou nela por trás, abraçando forte. As mãos grandes subiram pela barriguinha dela e apertaram aqueles seios pequenos por cima da blusa.
– Porra, Sandra… tu tá cheirosa pra caralho hoje – ele murmurou, roçando a vara já dura no cuzinho dela por cima da saia.
Ela riu safada, empinando a bundinha contra ele.
– Cala a boca e me beija, seu safado.
Os beijos começaram lentos, depois viraram uma loucura. Línguas se enrolando, saliva escorrendo, gemidinhos baixos saindo da boca dela. Cada beijo parecia que eles iam gozar só com isso. Ele erguia ela na ponta dos pés, esfregando a pica dura no meio daquela bundinha. As mãos dele desceram, levantaram a mini saia e enfiaram por baixo.
– Nossa, amor… o fiozinho dessa calcinha tá todo enfiado no cuzinho. Tá molhadinha já?
– Tô… bem molhada pra você – ela respondeu gemendo baixinho, a voz rouca de tesão.
Sandra massageava a vara dele por cima do short, apertando o volume grosso. Eu ali, escondido, sentindo meu cacete endurecendo dentro da calça. Porra, minha própria filha sendo comida na minha frente. O tesão era doentio, mas eu não conseguia parar de olhar.
Eles foram pra muretinha da área. Ele sentou primeiro, ela ficou de pé entre as pernas dele. O cara puxou o short pra baixo e tirou aquele cacete enorme pra fora. Veio um pau grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Sandra caiu de joelhos na hora, olhos brilhando.
– Que delícia de pica… – ela sussurrou antes de grudar a boca.
Ela mamava com fome. Punhetava a base enquanto chupava a cabeça, descia até as bolas, lambendo tudo. O cara gemia, segurava os cabelos encaracolados dela e fodia a boquinha.
– Isso, putinha… mama fundo. Engole essa pica toda.
O barulho era obsceno: gluck, gluck, saliva escorrendo pelo queixo dela, ele arqueando as costas. Eu via tudo. Meu pau latejava. Ele levantou ela depois de um tempo, tirou a calcinha dela devagar, deixando a mini saia no lugar. Sandra ficou só com a blusinha e a saia arriada. Ele sentou de novo na muretinha, pernas abertas.
Sandra subiu na mureta, segurou numa coluna, abriu as pernas e colocou a bucetinha bem na boca dele. O cara enfiou a língua fundo, chupando o grelo inchado, sugando os lábios melados. O barulho molhado ecoava: slurp, slurp.
– Aiiii… assim… chupa meu grelo… – ela gemia baixinho, rebolando na cara dele.
Eu tava com o pau duro pra caralho, apertando por cima da calça. Ela começou a tremer.
– Vou gozar… aiiii caralho, vou gozar na tua boca!
Ele acelerou, chupando forte, enfiando dois dedos na buceta apertada enquanto lambia o grelo. Sandra apertou as coxas na cabeça dele, corpo convulsionando.
– Aaaahhh… porra… tô gozandoooooo… toma meu leitinho, safado!
Ela gozou forte, gemendo desesperada, suco escorrendo pelo queixo do cara. Ele lambeu tudo, sorvendo cada gota.
– Nossa… tomei tudinho teu leitinho, delícia.
Eles caíram nos beijos de novo, línguas sujas de porra e saliva. Depois ele deitou na muretinha, uma perna de cada lado. O cacete enorme apontava pro céu, latejando. Sandra subiu, uma perna pra cada lado, segurou o pau grosso e mirou na bucetinha encharcada. Desceu devagarinho.
– Uuuuhhh… que pica grossa… tá abrindo minha bucetinha toda…
Ela sentou até o talo, rebolando devagar no começo, sentindo cada veia. Depois começou a cavalgar. Subia e descia rápido, a bundinha batendo nas bolas dele. Os seios pequenos pulando por baixo da blusa.
– Aiiiiii… fode… fode minha buceta… – ela gemia, cada vez mais alto.
O cara segurava a cintura dela, metendo de baixo.
– Isso, safada… senta gostoso nessa pica. Tua bucetinha tá apertando pra caralho.
Ela gozou de novo no pau dele, corpo tremendo, unhas cravando no peito do cara.
– Aaaahhh… tô gozando de novo… porraaa!
Ele não aguentou. Segurou ela firme e gozou fundo, sem camisinha.
– Toma… tô enchendo tua bucetinha de porra… caralhooo!
Jatos grossos de leite quente jorrando dentro dela. Sandra ficou sentadinha, rebolando devagar pra aproveitar cada gota. Depois levantou rápido, vestiu a calcinha por cima da buceta melada de porra. O cara todo feliz:
– Comi essa bucetinha gostosa bem aqui… vou embora amor, antes que alguém acorde.
Ela levou ele até o portão, se despediram com mais um beijo molhado. Eu fiquei escondido, coração disparado. Quase bati uma punheta ali mesmo, mas me segurei.
Quando ela voltou, foi pro banho. Eu esperei. Quando saiu do banheiro, só de toalha, me viu na sala.
– O senhor chegou agora? – perguntou, surpresa.
– Sim. E você? – respondi, fingindo naturalidade.
– Faz um tempinho.
Entrei pro banheiro e lá estava: a calcinha dela jogada no cesto. Peguei. Porra caralho… tava encharcada. A parte da bucetinha e do cuzinho toda melada com a porra grossa dele misturada com o leitinho dela. Cheirei fundo, aquele cheiro forte de sexo recente, buceta jovem e porra fresca. Meu pau ficou duro como pedra.
Passei aquela gosma toda no meu cacete, esfregando devagar, imaginando a bucetinha da Sandra sendo arrombada. Gozei forte, jatos grossos sujando ainda mais a calcinha dela. Delicioso pra caralho ver meu leite misturado com o dele.
Mas a história não para aí. Tem outra filha… aquela que fica fodendo dentro do ônibus parado na rua. Quero ver também. Quero pegar ela no flagra, cheirar a calcinha suja, ver a bucetinha dela sendo comida por algum safado. Imagino já: ela de quatro no banco do ônibus, saia arriada, gemendo baixinho enquanto uma pica grossa entra e sai do cu apertado.
– Mete no meu cu… fode esse cuzinho guloso… – ela ia gemer, desesperada.
Eu ali, escondido, pau na mão, gozando junto. Essa casa tá cheia de bucetas safadas e eu tô louco pra descobrir todas.

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*As imagens usadas nesse conto são merante ilustrativa.

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