O convite chegou numa tarde de janeiro, impresso em papel colorido com confetes desenhados. "Carnaval 2026: Venha como quiser!" Eu segurei aquele papel e senti algo estranho no fundo do estômago. Não era só empolgação. Era outra coisa. Algo que eu conhecia bem, mas que sempre tentava ignorar. A semana que antecedeu o Carnaval foi um campo de batalha dentro de mim. Eu me olhava no espelho e pensava: "Você não vai fazer isso." Vestia uma blusa, um short, e me sentia normal. Mas aí, à noite, deitada na cama, sentia o calor subir, a imaginação fervilhar. Eu me via andando pela rua, completamente nua, sentindo o sol na pele, os olhares grudados em mim. E meu corpo respondia. Minha buceta pulsava,...




