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A ruiva me deu um chá de buceta e eu quero mais

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Ruiva

Eu conheci Alice em 2023 através do Facebook. ela me mandou um pedido de amizade e como tínhamos vários amigos em comuns, inclusive da nossa área de trabalho, eu acabei aceitando, sem falar na sua beleza que logo chamou a minha atenção. ruiva, cabelos lisos, olhos verdes, pele branca, alta, esguia, bailarina e com um olhar expressivo que chamava atenção de qualquer homem.

A conversa começou como quase todas as outras. Falamos muito sobre trabalho e Alice me surpreendeu quando disse que há vinte anos ela tinha assistido uma palestra minha na faculdade que ela estudava em Vila Velha. Eu nem me lembrava mais disso, muito menos dela.

Com o passar dos dias o papo descambou para o sexo. Em 2023 ela estava com 33 anos, mãe de um menino e nunca tinha se casado. Eu estava com 53 anos. Alice me falava das suas fantasias, dos seus desejos, o que lhe fazia gozar rapidamente, enfim, aos poucos eu já estava falando que queria enterrar meu pau na sua buceta e ela apenas dizia que estava me esperando na cidade onde ela morava no interior do Espírito Santo. Estava quase tudo pronto para o grande dia quando ela simplesmente sumiu das minhas redes sociais, me bloqueou em tudo, inclusive no WhatsApp. Eu nunca entendi o que havia acontecido, pois se a gente falava as putarias que falávamos, ela tinha me dado liberdade para tal.

Em janeiro de 2026, eu postei uma foto no Instagram e algumas pessoas curtiram, outras comentaram, mas uma curtida em si chamou a minha atenção, era ela, a Alice. Reapareceu do nada. Quando cliquei em cima da sua foto eu vi que não estava mais bloqueado, mas eu reparei que nos últimos três anos ela havia publicado pouca coisa, a maioria das fotos era relacionadas ao balé que ela praticava regularmente. Em questão de minutos ela mandou outro pedido de amizade, eu aceitei e naquele mesmo dia ela me enviou uma mensagem que começava assim:

– Ei, sou eu de novo. Me desculpa.

Eu apenas respondi.

– Boa tarde. Tudo bem? O que houve com você?

Alice começou a me explicar. Disse que nas nossas conversas eu comecei a falar que a trataria como puta, que ia fodê-la de todas as formas e a verdade é que eu falei mesmo. Falei muita coisa pesada e isso a deixou desconfortável e assustada. Por isso ela me bloqueou sem me dar a chance de me defender ou explicar que era apenas uma forma de falar e que eu trataria da forma que ela sentisse mais prazer.

Ela continuou se desculpando, dizendo que tinha sido infantil e que poderia ter pelo menos pedido para eu mudar a forma como estava falando com ela. Com o passar dos dias a nossa conversa foi ganhando tempero de novo, muita pimenta e desta vez eu tratei de segurar as emoções. Ela estava morando no Rio de Janeiro na casa dos pais, mas voltaria em uma semana.

Entre uma sacanagem e outra ela me confidenciou que tinha transado com dois caras e que naquela noite ela quase perdeu os sentidos de tanto gozar. Me confessou que tinha sido uma noite incrível e não me poupou dos detalhes. Ela parecia se divertir me contando tudo que eles tinha feito com ela. Foi uma verdadeira surra de duas picas grandes e grossas que massacraram a sua buceta e o cuzinho.

a excitação voltou com força total. Alice me mandava fotos da sua buceta depilada, vídeos dela se masturbando, gemendo, chamando meu nome. Do lado de cá, meu tesão só crescia e eu não via a hora dela chegar em Vitória para eu esfolar sua buceta.

Os dias se arrastaram, parecia que o tempo havia passado. A ansiedade pelo encontro era de ambas as partes e a gente não conseguia trocar duas mensagens sem falar de sexo. No domingo a tarde, Alice me mandou uma mensagem dizendo que ia embarcar na segunda feira e que chegaria em Vitória ainda bela manhã, ela se hospedaria num hotel que fica na Praia do Canto e que, quando chegasse, ia me mandar o numero do quarto, pois meu nome já estaria autorizado a subir. Dito e feito, na segunda-feira, por volta das 9 da manhã ela me mandou uma mensagem dizendo que estaria me esperando às 14h no quarto 809. Na hora meu pau latejou, o coração de uma acelerada. Finalmente eu ia estar frente a frente com ela.

Logo após o almoço eu comecei a me arrumar. Um bom banho, aparei os pelos, a barba, me arrumei com uma calça jeans, camisa branca e um Blazer bege, sapatos, um relógio com pulseira de aço no braço esquerdo e um bom perfume. Entrei no carro e fui, não demorei a chegar, cerca de dez minutos no máximo. Me identifiquei na portaria, a recepcionista liberou a minha entrada e o elevador demorou uma eternidade para alcançar o oitavo andar. Comecei a caminhar pelo corredor, o quarto 809 era no final do corredor. Dei três batidas na porta e em segundos ela abriu. Eu nem acreditei, pessoalmente era muito mais bonitas que na foto, os cabelos agora eram mais longos, mas ainda ruivos. Aqueles olhos verdes, lindos e expressivos me encaravam fixamente. Alice era mais alta que eu, eu tenho 1,75 e ela deve ter 1,79. Pele branca, cheirosa, usava um vestido preto de alcinhas. O salto alto deixava ela ainda mais alta que eu. Nos cumprimentamos ainda na porta com três beijos no rosto e um abraço demorado.

– Entra!

O quarto era grande, tinha uma pequena sala, um sofá preto, abajur nas laterais, tapete e uma mesa de centro. Em cima tinha um balde, uma garrafa de vinho branco, duas taças. A cama era grande, pouca iluminação, uma televisão gigante em cima de um armário e depois um banheiro que estava com a porta fechada.

Ela perguntou se eu queria vinho, mas no momento preferi água com gás. Ela me serviu, sentou-se ao meu lado e novamente pediu desculpas pela infantilidade. Antes mesmo que eu respondesse ela me beijou. Um beijo doce, quente, intenso, represado e urgente. O quarto esquentou mesmo com o ar ligado, Alice montou em mim, ainda estávamos vestidos, mas eu podia sentir o calor da sua buceta em cima da minha rola. Minhas mãos percorriam pelo corpo de Alice, as alcinhas caíram e seis seios ficaram diante dos meus lábios sedentos. Cai de boca, mamei cada um deles, chupei, mordi, lambi enquanto ela gemia e rebolava na minha rola ainda presa dentro da calça. Do sofá partimos para a cama, eu a deitei, ela automaticamente abriu as pernas deixando a vista uma minúscula calcinha preta que sequer cobria a buceta. Sem pressa alguma, eu tirei suas sandálias, beijeis os seus pés, suas pernas, passei por cima da sua buceta ainda protegida pela calcinha rendada, cheirei a sua buceta, beijei a sua barriga, voltei pros seios, tratei de cada um deles fazendo Alice se contorcer na cama. Beijei-lhe a boca antes de fazer o caminho contrário. Quando aproximei a boca novamente do seu sexo, ela mesma colocou a calcinha de lado e abriu as pernas.

– Chupa a minha buceta, pelo amor de Deus.

Um movimento só e meus lábios grudaram na sua intimidade. Alice ergueu a coluna, gemeu,m arfou, puxou a minha cabeça de encontro com a sua xana. Enquanto eu chupava seu grelo, metia dois dedos na buceta, estava ensopada, quente. Aquele mel denso, viscoso, gosto intenso e ao mesmo tempo adocicado. Alice gozava e eu bebia seu gozo, ela se remexia e eu seguia seu rastro sem desconectar minha boca da buceta, a minha cara, a barba, estavam lambuzados de mel. Eu não parava de chupar e ela não parava de gozar. Era uma intensidade avassaladora, ninguém falava nada e quando falava eram palavras curtas. A entrega era total e sem pressa.

Depois de perder a contas de quantas vezes ela gozou na minha boca, Alice veio retribuir. Me despiu cuidadosamente, sem pressa, numa velocidade que chegava a dar nos nervos. Parecia em câmera lenta, parecia que ela estava me testando. O meu pau já doía de tão duro. Quando restou apenas a cueca, ela mordeu meu pau por cima do tecido. Uma mordida forte, daquelas que marcam a pele, era como se ela estivesse que aquele cacete agora era só dela. Depois que passou a dor da mordida veio a recompensa. Ela meteu meu pau inteiro na boca, chupou-me de todas as formas possíveis e imagináveis. Quando ela pressentia meu gozo se aproximando ela parava, me olhava nos olhos e voltava a me chupar.

A última peça de roupa que havia entre nós era a sua calcinha, totalmente ensopada. Ela tirou e me jogou, eu peguei e comecei a chupar o tecido enquanto ela se encavala em mim. Antes de sentar, ela ainda brincou com meu cacete na porta da buceta até deixar o corpo descer e me engolir por inteiro. Buceta quente, aveludada, molhada, mastigava meu pau, me fazia delirar enquanto ela rebolava como uma peoa em cima de mim. Enquanto uma mão lhe apertava os bicos dos seios, a outra massageava o cuzinho. Eu senti quando Alice começou a gozar de novo, seu corpo tremia, estremecia, sua buceta pulsava, mordia meu pau. O cheiro de sexo no quarto era cada vez mais forte, o suor de nossos corpos já havia marcado o lençol.

Pedi que ela ficasse de quatro e ela apenas saiu, se posicionou e eu comecei a fodê-la novamente. Aquela bunda perfeita, branca, bem diante dos meus olhos mereciam uns tapas, as marcas foram ficando na pele, quanto mais eu batia, mais ela desafiava e pedia mais. Mudamos de novo, desta vez eu coloquei seus pés em meus ombros, e passei a meter com mais força, chamando-a de putinha, dando uns tapas naquele rosto perfeito. Alice gozava, pedia uns minutos para se recompor e voltava a dar com vontade. Quando eu pressenti meu gozo chegando, ela pediu para beber meu gozo, pegou meu paun todo melado de mel e meteu na boca, me chupou e me fez gozar até desidratar. Agora foi a minha vez de deitar na cama e pedir um tempo para recuperar as energias. Ela deitou no meu peito e ficamos ali, mudos, ouvindo as nossas respirações arrastadas. O cansaço foi perdendo espaço para o tesão, ela virou a bunda pro meu lado e eu entendi o recado. Peguei meu pau a passei a esfregar na porta do cuzinho, ela estava de lado, aos poucos foi se virando ate ficar de bunda pra cima e com as pernas abertas.

Que cena linda, que mulher perfeita, devassa e faminta. Comecei a empuirrar meu pau, seu cuzinho foi cedendo e ele foi entrando por inteiro. Comecei a foder, entrava e saia, deslizava dentro dela. Os movimentos foram ficando mais rápidos, ela passou a se masturbar enquanto eu esfolava seu rabo, de novo senti que estava quase gozando, ela pediu para que eu enchesse seu cu de porra e urrando descontroladamente eu gozei novamente.

A gente estava cansado, saímos da cama e fomos para a sala beber o tal vinho branco gelado. Tomei apenas uma taça e voltamos para cama. Eu queria mais. Alice também estava faminta, começou chupando meu pau e depois, de cócoras, sentou na minha rola novamente. Agora ela quicava sem dó, o som dos nossos corpos ecoava pelo corredor, os gemidos dela denunciavam novo orgasmos. Gozamos juntos e desta vez eu não resisti e gozei dentro da buceta. Caimos exaustos na cama e por alguns minutos chegamos a cochilar.

Alice iria para o interior do estado na manhã seguinte, combinamos de nos encontrar na sua casa em alguns dias. São apenas 140km que diante do chá de buceta que ela me deu, não significa nada.

FIM

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