HISTÓRIA REAL
O que relato hoje foi verídico e se algum tarado que frequenta o estacionamento em frente à ilha 3 da praia da Reserva ler esse conto saberá que isso acontece lá. Bem, começando do começo, no mês de janeiro de 2026 tiramos férias juntos, aproveitamos bastante os dias de verão 40° C do Rio de Janeiro, sempre ficamos na praia da Reserva, que é um local bem longe dos olhares curiosos e sempre rola algum tipo de aventura por lá. Era uma sexta de calor intenso, depois da praia marcamos de curtir um rock num pub aqui no Recreio, chamado Brooks, a noite estava enluarada e quente, típica do verão carioca.
Quando saímos à noite é comum ficarmos até amanhecer na rua, para aproveitar bem. Porém, não sabíamos que nas sextas o pub fechava cedo, por volta das 1h da manhã. No auge dos nossos beijos e dos drinks tivemos que sair. A ideia nossa foi continuar a noite em algum lugar e nada nos vinha à mente naquele momento.
Nós temos aquelas motinhas elétricas que viraram febre aqui na cidade. Usamos para tudo aqui. A balada também não foi diferente, pelo menos escapa das blitzes da Lei Seca rs. Montamos na moto e resolvemos ir à praia. Ela, safada como sempre, disse: “Amor, vamos dar uma passadinha na Reserva, a lua deve estar linda lá…”. Eu já fiquei desconfiado que lá vinha aventura nova (apesar de já ter feito com ela várias por lá). Segui pela ciclovia até a ilha 3. Para quem não conhece, a praia é deserta, pois do lado oposto da pista tem uma reserva ambiental (por isso o nome praia da Reserva). Nessa reserva que é aberta ao público existem vários caminhos e piers que dão numa lagoa. Esse ambiente é amplamente frequentado por homossexuais e casais do meio liberal. É bem tranquilo e seguro. Resolvi parar a moto em frente ao quiosque da ilha 3, que naquela hora já estava fechado, tudo escuro, e já víamos ao longe alguns homens solteiros, que ficam por ali – seja para se relacionarem entre si ou esperando algum casal dar sopa. Descemos da moto, ela estava com uma sainha preta, salto alto e uma blusa com decote que mostrava todos seus seios fartos. Ela tem cabelo grande, bem preto e brilhoso, estava maquiada com carinha de puta italiana (daqueles filmes vintage), estava com lente azul – detalhe: isso é um tipo de código dela, quando coloca a lente quer dizer que ela quer putaria.
Assim que descemos da moto ela disse: “Amor, eu estou de sapato alto, não consigo caminhar na areia, será que do píer eu consigo uma boa visão da lua?”. Eu respondi, já entendendo os sinais: “É claro, talvez lá seja até melhor”.
Atravessamos a avenida Lúcio Costa lentamente e os olhares atentos dos homens nos acompanhavam. Dei a mão a ela, pois havia um sobressalto da calçada para a ciclovia que margeia a reserva. Ela mantinha um caminhar diferente, seu rebolado chamava a atenção. Assim que pegamos a reta do píer ela saiu na frente, há uns 3 passos de mim, levantou a saia, ali vi a calcinha que ela estava. Era uma calcinha de fiozinho, com a inscrição: “Cu de Puta de Corno”. Dali já comecei a apertar a pica, sabendo que rolaria uma putaria boa.
Fomos atravessando o caminho no meio do matagal, em algumas clareiras percebemos que vinham gemidos masculinos e barulho de corpo com corpo, andando mais um pouco vimos um cara enrabando o outro, logo depois um mamando outro que observava a dupla masculina em pleno gozo. Ela foi passando e chamando a atenção dos caras.
Chegando ao píer, que tinha uma cobertura de palha, e dois bancos (um de frente para o outro), ali, durante o dia, as pessoas utilizam para pegar balsas para sair da praia e ir para os condomínios próximos da avenida das Américas. Ela, ainda na minha frente, passou por dois homens que estava com as picas duras na mão, meio que mostrando para ela. Ela passou olhou e deu um sorriso.
Chegando na metade da ponte, ela virou-se e apoiou seus braços sobre meus ombros, iniciando um beijo maravilhoso de língua. Nesse beijo, passei a mão em seus seios – já duros àquela altura, apalpei sua bunda grande e coloquei também meu pau para fora da calça.
Percebemos que logo de baixo da cobertura, num escuro total, algumas silhuetas apareciam e ficavam ao longe nos olhando e manipulando suas rolas. Ela ainda de saia, virei sua bunda para eles e levantei no meio do beijo sua saia para os machos verem a putinha do corno.
Aquilo foi meio que um sinal para chegarem mais perto. Eles foram se aproximando, e fizeram uma roda em nosso entorno. Ela parou de me beijar e, olhando para eles na roda, disse: “Nossa! Quanta rola dura, amor!”, perguntou para o grupo de machos: “Isso tudo é pra mim?”
Eles sem responderem, apenas acenando positivamente com a cabeça, chegaram mais perto, acariciando a bunda e os seios de minha putinha. Um outro mais ousado deu-lhe um beijo demorado na boca. Os carinhas pareciam devoradores de humanos, em poucos minutos, já tinha um sugando uma teta, outro a outra, um chupando o cuzinho dela, e outro dedilhando sua buceta molhada. Eram cinco de uma só vez. Ela estava entregue aos caras, eu encostado no parapeito do píer só fiquei na punheta observando enquanto eles gemiam e falavam putarias um para o outro. Ela gemia e aos poucos foi tirando a roupa e eu fiquei de cabide humano. Primeiro, segurei sua saia, depois ela pôs seus melões para fora, retirando sua blusa, ficou somente com a calcinha de lado e o salto alto preto. Os carinhas já tentavam colocar a pica nela, pincelando suas rolas, acho até que alguns chegaram a inserir a pica nela, mas ela resistia. Um dado momento, ela se agachou e começou a mamar a pica deles. Ela revezava as rolas, uma em cada mão e outra na boca. Os caras apertavam seus peitos. Enquanto isso, outros chegavam para olhar, quando parei de contar devia ter uns oito homens no píer.
Após mamar bastante a pica deles, ela caminhou um pouco em direção à saída, onde a cabana era coberta e mais escura e havia bancos. Ela perguntou quem tinha camisinha. Os caras foram logo tirando a camisinha da capa e colocando em suas respectivas rolas. Ela ficou de quatro em um dos bancos, empinando bem aquele rabo grande e liso. O primeiro a colocar foi um jovem negro, com a pica pequena, porém grossa. Arrancou um grito da putinha que pediu para ele colocar bem devagar para não estragar a brincadeira. Ele, gentilmente, fez o que ela mandava. foi colocando centímetro por centímetro naquela buceta. Segurava ela pela cintura, enquanto de cada lado mais dois homens se revezavam em colocar seus paus na boca da esposa. Assim que a pica do primeiro foi ficando lubrificada ela pedia para socar mais forte, falava putarias para todos, do tipo: “Vocês gostam de comer uma casada putinha? Aproveitem, podem comer”. Ela gemia tão gostoso e falava tanta putaria que os dois que estavam na sua boca não aguentaram e gozaram na boquinha dela. Rapidamente, mais dois outros ocuparam seus lugares. Tinha muito macho no píer, alguns gozavam tocando punheta olhando para aquela cena, vi também dois homens se comendo ali na nossa frente. Os gemidos e o aumento do ritmo também fez o primeiro gozar na camisinha. Ele gozou, agradeceu e foi embora satisfeito. Ela, ainda de quatro no banco, rebolou a bunda para eles e perguntou: “Alguém mais com a rola dura pra mim?”. Nesse hora, apresentou-se um cara branco, meia idade, sacou uma piroca grossa e grande, começou a pincelar a pica no clitóris dela. Ela perguntou se ele tinha camisinha, sendo respondido que não. ela iria deixá-lo apenas pincelar, mas ela fica louca com isso. Em poucos segundos, o instinto falou mais alto, a cabeça da pica do cara era enorme, ela começou a encaixá-la na sua bucetinha, no vai e vem acabou entrando sem camisinha mesmo. O coroa entupia ela com aquela rola, entrava e saia com ela gritando, a essa altura ela já não ligava mais para sua segurança e, de certa forma, eu ali consentia com aquilo. O cara falava que estava há muito tempo sem foder, sem gozar, que aquela era a foda mais gostosa da vida dele. Ela foi nas nuvens, gozou junto com ele. Ele a encheu de porra, quase desmaiando sobre ela.
Quando ele acabou de gozar pude ver que tinha uma fila formada com mais quatro carinhas esperando a vez deles. O que era o próximo da fila ficou puto com o coroa por ter gozado dentro dela. Ela, para apaziguar a situação, disse: “Não briguem, meninos! Ele gozou na bucetinha, ainda tenho um cuzinho para vocês”. Os caras sorriram de felicidade.
O terceiro que era o próximo depois do coroa, posicionou-se atrás dela e começou a lamber o cuzinho, ela piscava o cu, segundo ele: “Olha! essa putinha tá mesmo querendo levar no cuzinho, tá até piscando”. Após uma chupada, colocou a camisinha e foi penetrando o rabinho apertado da minha esposa. Sua pica não era grande nem grossa, mas Alice foi nas alturas, pedindo para colocar devagar. Ele foi introduzindo bem lentamente, enquanto os outros dois da fila passaram a sugar os peitos dela.
Em um certo momento, já com a pica toda atolada no seu ânus, ela pediu para meter mais forte que queria gozar pela segunda vez. O carinha não aguentou e encheu a camisinha de leite. Um dos caras que estava na fila, ao perceber a liberação do espaço, foi logo se encaminhando para trás da putinha, agarrando seus cabelos e colocando sua pica preta dentro do cu dela. Ela gritava, mas não esboçava reação. Pedia para fodê-la mais fundo, para colocar no cu dela até o saco bater na buceta. O moreno assim o fazia. Em poucos minutos ele também anunciou que iria gozar, eu fiquei atento, pois não tinha visto ele colocar camisinha. A piroca dele estava tão cravada na minha esposa que não podia ver se estava ou não com preservativo. Após intensas jatadas no fundo do rabo de minha mulher. Ela no calor do tesão e gemendo alto, dizia: “Amor, ele tá enchendo meu cu de leite, tô sentindo o leite quente entrando em mim”. O cara se contorcia de prazer, sem ter mais pica para empurrar nela, fazia movimentos de cravar ainda mais, apertando simultaneamente os seios. Ele estava faminto.
Quando parou, vi ele retirar a pica sem preservativo dela. Era uma mega piroca, não sei como ela aguentou. Saiu toda melada de porra. Estava inda meia bomba, devia medir uns 20 cm e bem grossa também.
Quando o outro rapaz tentou tomar o lugar do anterior, ela se levantou dizendo que não aguentava mais. Ajoelhou-se e pediu para ele gozar na boquinha dela.
Pagou um boquete gostoso para ele, que gozou fartamente e enquanto ele gozava ela não parava de mamar, sugando e engolindo tudo.
Os carinhas ainda ficaram por ali a elogiando. Após tudo isso, fui entregando suas roupas e ele se recompôs. Montamos em nossa motinha e voltamos para casa muito satisfeitos.
Espero que tenham gostado do conto.
Quem for do Rio de janeiro e quiser marcar conosco uma aventura parecida é só mandar mensagem.