Minha transa perfeita

Sobre o Conto Erótico

Minha transa perfeita

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HISTÓRIA REAL

Agora, o que vou escrever, é a minha descrição de como seria uma transa perfeita com um casal, não é um conto.
Conheço um casal, com muito fogo, porém, sem experiências no ménage. Eles gostam de ver vídeos enquanto transam e na mente da mulher, ela ama quando o comedor goza sobre todo o corpo e a deixa cheia de porra para, na sequência, o corno vir se divertir. Eles alternam e escolhem os vídeos alternadamente para cada transa. O marido percebe que, cada vez mais, a mulher escolhe vídeos com o corno aprendendo seu lugar, que é participar somente quando convidado e cuidar para que não haja desperdício de porra. Porém, o marido, analisando sua loirinha baixinha, de seios médios, pele toda clarinha, bunda redondinha e cuzinho guloso, nunca sentiu um pau maior do que o dele. Ele sente que ela deseja submetê-lo, com certa raiva, ele deseja um homem com rola maior para fazer ela sofrer para aguentar onde o macho quiser colocar. Ele também escolhe vídeos em que a mulher grita em uma DP, toma tapa na cara, fica com a pele toda marcada com os dedos do macho e no final, sem forças, ainda consegue gozar apesar de toda suja. Um dia, esse casal briga e ambos começam a expor os pensamentos.
– Ah, você pensa que não percebo os vídeos do marido chupando pau e lambendo porra no corpo da esposa?
– E você pensa que não percebo como você fica agressivo ao ver a mulher sofrendo para conseguir ter prazer?
– E você acha que me engana em dizer que não iria gostar?
– E você, acha que não percebo como seu pau fica duro quando vê o corno chupando buceta gozada?
Ele dá um tapa na cara dela, que revida e transam loucamente.
Conversam sobre o ocorrido e começam a pesquisar um macho. Precisam de alguém comum, mas que tenha pegada, que faça o que bem entender sem pedir permissão e eles tenham somente que obedecer. Celebram o acordo e apostam que farão tudo o que o macho pedir.
Eles se cansam de procurar e achar moleques que não se importam com o prazer alheio. Querem alguém, que saiba proporcionar prazer, que se preocupe com isso, ao mesmo tempo, que coloque todo seu instinto de macho e faça o casal seu servo.
Eu vou até eles. Vivemos em uma era que existe uma vacina que previna todas as doenças venéreas. Não precisamos mais de camisinhas.
Já conversamos antes e não precisamos mais conversar, apenas entro no quarto em silêncio. Eles estão nervosos, mas excitados. Estão em pé, aguardando que eu diga algo para conduzi-los nesse momento de realização. Eu sei que querem alguém que os faça descobrir o que lhes dá prazer, estão abertos a tudo. Isso é um convite que não recusaria jamais.
Tiro os sapatos olhando para eles, de mãos dadas e sorridentes. Retiro as meias. Solto o cinto da calça e botão a botão, vou abrindo minha camisa. Retiro a calça, a camisa e por último a cueca.
Faço um drink e sento na poltrona de canto no quarto. Acendo um cigarro e após uma longa tragada olho para eles.
– Tirem a roupa. Primeiro o marido.
Ele retira, com pressa. Está excitado, mas logo que retira a cueca, seu pau parece querer murchar.
– Agora você gostosinha! Antes de retirar o vestido, retire sua calcinha.
Ela retira. Peço que jogue para mim. Coloco no nariz e absorvo. Analiso o cheiro, me embriago nele.
– Agora, solte as alças do vestido e deixe que caia.
Ela solta, também com pressa. O desejo e ansiedade antes estampados nos olhos do casal e no sorriso de cada um, parece ter sumido. Ela cobre os seios com um dos braços e fecha as pernas para não mostrar seu corte.
– Solte os braços mulher, quero ver seus seios. – Vislumbro e trago o cigarro que está no meio.
Olho para o marido e ordeno com voz baixa.
– A vire de costas, quero ver a bunda dela. Mande que se curve e abra a bunda dela, quero ver seu cuzinho.
Ela, timidamente atende ao toque sutil do marido a curvando e depois abrindo sua bunda.
– Vire-a de frente novamente.
Vejo que seus olhos estão assustados.
– Toque-se! Eu quero ver. – meu pau está duro e mexo lentamente nele.
Relutante e timidamente, ela passa a mão em sua buceta.
– Enfie um dedo e deixe ele bem molhado. Quero sentir seu gosto.
Ela fecha os olhos e se concentra. Notam que a sedução está começando.
Percebo seus lábios entreabertos e olhos fechados.
– Venha, traga esse dedo até aqui.
Ela se aproxima. Pego sua mão fria e trago seu dedo na minha boca. Coloco todo dentro da minha boca e sinto seu gosto. É um gosto neutro, mas sinto também seu cheiro bom.
– Volte!
Apago o cigarro e olho para eles.
– Vou até o banheiro usar Listerine. Quando eu voltar, quero ver ela gemendo na sua boca corninho.
Eles obedecem, mas do banheiro escuto ele dizer:
– Quer parar?
Ela nega com um som da garganta apenas.
Retorno ao quarto e ela começa a gemer, mais para que eu notasse que obedeceram do que por estar sentindo prazer.
Observo de perto. Pego em seus seios. Ela chia de prazer. O fetiche que tanto fantasiaram está ocorrendo. O pau do corno, observando enquanto chupa a esposa, cresce entre suas pernas dobradas.
– Pare! Fique sentado aqui! – aponto o local da cama que fica em frente à poltrona.
Vou até a poltrona e me sento. A chamo com o dedo indicador. Ela vem devagar.
– Você vai ficar de frente para o seu marido. É para subir e descer ao meu comando. Devagar.
Ela se vira e dá um passo para trás. Apoia suas mãos nas laterais do sofá e tenta encaixar sua buceta no meu pau. Ele não entra de primeira. Ela utiliza uma das mãos para criar abertura. Tenta novamente. Ela ensaia algumas vezes para se acostumar e começa a deslizar, voltando algumas vezes para modelar sua buceta ao meu pau, que finalmente encosta na sua paredinha. Sinto suas pernas tremerem. Seguro em sua cintura, indicando que deve continuar um pouco mais. Pressiono com os dedos, para que saiba que deve erguer o corpo. Aguardo alguns segundos e repito o comando. Ela desce devagar. Ela quer perder o controle, mas não consegue controlar seu corpo trêmulo desejando a cavalgada.
Ficamos assim alguns minutos. O marido está mantendo o mesmo ritmo da esposa em sua punheta.
Mando ela sair de dentro. Seu corpo está trêmulo como se estivesse nua no Alasca.
– Agora, venha de frente.
Ela tem agora mais controle por ter apoio aos seus joelhos.
Repito os comandos, porém, com tapinhas na bunda. Alguns minutos e ela sussurra:
– Não aguento mais, me dá esse pau, me deixa gozar!
Finjo não ouvir e mantenho esse ritmo até que mando sair novamente.
– Deite-se na cama, com a barriga para cima.
Ela vai até a cama. Mando o marido sentar na poltrona.
Passo a língua por todo seu corpo e deixo sua buceta para o final. Quando chego nela, ela geme. Seu corpo não está mais frio! Está febril, louca para transar como assistia nos vídeos.
Chupo por algum tempo e trago seu corpo para se apoiar nas minhas cochas. Meu pau está apontando para cima. Olho para o corno, ele está com os olhos dilatados de tesão.
Posiciono a cabeça e começo a penetrar, no mesmo ritmo de antes. Colocando lentamente até o final e retirando do mesmo jeito. Ela tenta me puxar pela cintura, querendo dizer: Vem, fode!
Estou no controle, mantenho a velocidade. Aperto seus seios quando entro e retiro o pau, trazendo meus dedos percorrendo sua barriga.
Os dois não aguentam mais e preciso dar um encerramento digno para ambos.
– Quer comer sua esposa também?
Rapidamente ele se levanta, imaginando que sairia para ele tomar meu lugar.
– Deite no lugar dela.
– Você, senta no pau dele e relaxa. Nós faremos uma DP.
Ele deitado aguarda sua amada buceta sentar sobre ele. Com a minha mão em sua cintura, contenho os movimentos. Devem me aguardar.
Lubrifico meu pau e acaricio seu cuzinho. Ela grita:
– Não aguento mais essa tortura! Me fodam!
Bato forte na sua bunda para entender que estou no comando.
Passo o dedo médio com mais força no seu cu e dou outro tapa. Após outros tapas na sequência, já vejo meus dedos estampados na pele clara.
Coloco a cabeça segurando seus ombros. Ela geme angustiada.
A cabeça passa e pouco a pouco, entrando e saindo cada vez mais, meu pau está todo dentro. Solto seus ombros e agarro seus seios.
– Vai, mexe essa buceta! Goze!
Ela sofre tentando cavalgar estando comigo agarrado a ela. Quando ela consegue um movimento mais longo, na sequência dou uma estocada rápida.
Ela busca o movimento novamente, ainda sentindo o impacto anal. Geme no movimento e geme de reclamação na sequência sendo estocada no rabo.
Continua buscando cada vez mais os movimentos, com necessidade de dar a primeira gozada, mas recebe uma estocada no rabo na sequência.
O prazer é maior, ela precisa gozar. O desconforto no cuzinho não é mais empecilho. Ela sobe e desce no marido, já não se importada com a estocada seca no cu que virá na sequência. Ela sabe que se acelerar, receberá mais golpes no rabinho. Se não acelerar, seu corpo incendeia de prazer.
Ela se descontrola e esquece da dor. Ela cavalga. Eu forço seu cuzinho. Ela cavalga. Eu forço seu cuzinho.
Seu corpo começa a descarregar suor. Seu coração está trabalhando dobrado. Sua mente está em outra dimensão. Ela grita e goza. Grita e goza. Grita e goza. Com seus movimentos, recebe uma dupla gozada em seu corpo. Na buceta, pelo marido. No cuzinho, pelo macho que convidaram.
Nos deitamos um pouco. A transa foi magnífica. Precisamos nos lavar.
Eles entram na ducha. Entro na sequência. Ela está abraçada ao marido. Estão em silêncio. Cúmplices de uma fantasia realizada.
Me ensaboou e deixo a água me lavar. Pego em sua mão, que rapidamente solta do corpo do marido. Começamos a nos beijar e ali mesmo nossos corpos já começam a dar sinais de um segundo tempo.
– Corninho, bate punheta enquanto passo a mão no corpo da sua mulher!
Ele encosta seu corpo na parede fria e começa a se masturbar. Ela, encostada em mim, recebe minha mão em sua buceta e meu pau roçando sua bunda.
Vendo minhas mãos percorrendo e explorando o corpo da esposa, o marido goza no chuveiro. Ela está excitada vendo seu marido cheio de prazer ao vê-la com outro macho.
Ele fica assistindo eu me abaixar e chupá-la, com uma das pernas no meu ombro, encostada no azulejo. Chupo com força, com a língua explorando fundo. Terminamos a brincadeira não com um orgasmo como ela teve, mas, com uma gozada, aquela que serve apenas para acender o corpo da mulher.
Me sento novamente no sofá e a chamo para me chupar, sentada no chão, entre as minhas pernas. Ela senta com as pernas recolhidas.
Fumo um cigarro olhando sua boca pequena com a rola mal cabendo dentro. Falo para chupar devagar, mas ela está com fome. O marido, pela punheta não está pronto ainda. Indico para ela ficar de quatro enquanto me chupa e para ele vir chupa-la nessa posição.
– Chupa o cuzinho dela! Veja como ele está diferente agora!
Ela chupava e gemia. Ela gemia e ele a chupava.
– Vocês me falaram dos vídeos que assistem. Corninho, deita na cama com a cabeça aqui.
Ele deitou.
– Gostosinha, deite sobre ele. Chupe o pau dele.
Iniciaram um 69. Seu corpo pequeno, mas com curvas lindas estão em grande destaque nessa posição. Seu cuzinho abertinho pela posição e por ter tomado rola minutos antes.
Enfio na sua buceta. Sinto que o saco está roçando no rosto do corno. Ele fecha os olhos e faz careta. Não está acostumado com isso.
Começo a dar ritmo nas enfiadas. Precisando respirar, com a boca aberta e língua para fora passando na buceta, às vezes o corno encosta no meu saco. Começo a tirar tudo e colocar, mas forçando o pau para passar bem perto da língua do corno.
Ele não tem como evitar. Eles apostaram que fariam tudo que o macho quisesse.
Ele já não sabe se está lambendo a buceta ou o pau. Ele já não sabe qual quer passar a língua.
Aproveito o cuzinho ainda abertinho e coloco um dedo dentro. Deixo dentro e meto o pau na buceta.
Ela está louca novamente com o estímulo no cuzinho.
Ela já sabe que vai gozar na boca do marido e eu na sua buceta.
O marido começa a sentir o caldinho da esposa cada vez mais abundante. Ele sabe que acabará experimentando porra pela primeira vez porque estou metendo rápido. Estou indo até o fim. A esposa está trazendo o corpo porque também quer terminar, mas eu termino antes e a porra escorre.
Faço rápido seu corpo virar, mas mantendo-se na boca do marido. Ela precisava gozar e ele já estava com a boca no lugar certo.
Ainda quero ter o prazer de vê-la terminar de chupar meu pau melado. Ela está sentada quase sufocando o marido com a buceta, enquanto se divide em chupar e gritar:
– Me chupa, me faz gozar!
Ela chacoalha o quadril, como se estivesse cavalgando, ela força para aumentarem os estímulos além da boca do marido.
Ela goza sobre ele e ele goza com a mão da esposa que não esqueceu dele, mantendo um braço para trás o masturbando.

Depois desse dia, quando me desse tesão ligaria para eles e diria: preciso de vocês!

Espero que tenham imaginado essa transa como imaginei enquanto escrevia.

*As imagem usadas nesse conto são merante ilustrativa.

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